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Laser e espuma: o que mudou no tratamento de varizes

Equipe EscleroVida · 2026-10-16
Laser e espuma: o que mudou no tratamento de varizes

O tratamento de varizes passou por mudanças importantes nas últimas décadas. Veias que antes só podiam ser tratadas com cirurgia de retirada (a tradicional "fleboextração") hoje costumam ser resolvidas com técnicas ambulatoriais, sem cortes.

Escleroterapia com espuma

Na escleroterapia tradicional, o medicamento esclerosante é injetado em forma líquida — indicado principalmente para vasinhos e varizes de pequeno calibre. Quando a veia é maior, a espuma (o mesmo medicamento misturado com ar, numa técnica chamada espuma densa) aumenta a superfície de contato com a parede da veia, tornando o tratamento eficaz também em vasos de calibre maior, que antes dependiam de cirurgia.

Energia a laser

Para veias de maior calibre e trajetos mais longos, técnicas a laser (aplicadas por dentro da veia, de forma minimamente invasiva) fecham o vaso doente usando energia térmica, com pequenos pontos de entrada e sem necessidade de cortes extensos.

O que isso significa na prática

Essas técnicas, usadas de forma combinada conforme o caso, trouxeram três mudanças práticas para quem precisa tratar varizes: procedimentos ambulatoriais, recuperação mais rápida e menos tempo afastado das atividades do dia a dia, comparado à cirurgia tradicional.

Isso não significa que toda veia deva ser tratada da mesma forma — o calibre, o trajeto e o estágio da doença de cada paciente definem qual técnica (ou combinação delas) é a mais indicada. É exatamente para isso que serve a consulta de avaliação vascular: definir, caso a caso, o protocolo mais seguro e eficaz.

Conteúdo educativo, escrito pela equipe da EscleroVida. As informações apresentadas não substituem a consulta, o diagnóstico e o tratamento realizados por profissional de saúde habilitado.

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